Pastilhas, usinagem de disco, freio a tambor, sangria e troca de fluido — com diagnóstico de ABS por scanner, inclusive nos carros mais recentes.
Freio é o item de segurança número um do carro, e a gente trata como tal: avaliamos o conjunto inteiro, não só a peça que você veio trocar.
Antes e depois de um serviço de freio feito na oficina.
Nem todo disco riscado precisa ser jogado fora. A usinagem remove uma camada fina da superfície, elimina os sulcos e devolve a face plana — deixando a pastilha nova assentar corretamente, sem trepidação.
O limite é técnico e não negociável: todo disco tem uma espessura mínima gravada pelo fabricante. Se a usinagem for deixar o disco abaixo desse valor, a peça precisa ser trocada, ponto. Disco fino aquece demais, deforma e perde eficiência justo na hora que você mais precisa.
Na prática: medimos o disco, mostramos o número para você e explicamos qual dos dois caminhos cabe no seu caso. Usinar costuma sair bem mais barato que trocar — quando dá para usinar.
Muita gente acha que tambor "não se mexe mais", mas boa parte dos carros populares ainda usa tambor no eixo traseiro. Trabalhamos com lonas, cilindros de roda, molas de retorno e a regulagem — que é justamente o que costuma ficar mal feito e resulta em freio de mão frouxo ou frenagem desigual.
O fluido de freio é higroscópico: absorve umidade do ar com o passar do tempo, mesmo com o sistema fechado. Água no fluido reduz o ponto de ebulição, e em frenagem intensa isso pode gerar vapor dentro da linha — a sensação de pedal mole ou "indo ao fundo" numa descida longa.
A recomendação usual das montadoras é trocar a cada dois anos, independentemente da quilometragem. Fazemos a sangria completa do sistema.
Temos scanner automotivo moderno, que atende inclusive os modelos mais recentes. Isso muda o jogo em freio eletrônico: quando a luz de ABS acende, lemos o código de falha e sabemos se o problema está num sensor de roda, no chicote ou no módulo — em vez de trocar peça por eliminação até acertar.
Depois do reparo, apagamos os códigos e conferimos que o sistema voltou a operar normalmente.
Vale lembrar que freio e pneu trabalham juntos: pastilha nova não compensa pneu careca, principalmente no molhado.
Nem sempre. Se o disco ainda está dentro da espessura mínima do fabricante, a usinagem geralmente resolve, por bem menos que uma peça nova. Abaixo desse limite, ou com trinca, a troca é obrigatória. Medimos e mostramos o número antes de você decidir.
O freio comum continua funcionando, mas sem o recurso que evita travamento das rodas em emergência — então redobre a atenção e resolva logo. Com o scanner lemos o código e identificamos se é sensor, chicote ou módulo.
A recomendação usual é a cada dois anos, independentemente da quilometragem, porque o fluido absorve umidade com o tempo e perde eficiência sob calor.
Sim. Nosso scanner é atualizado e cobre os modelos mais recentes, incluindo leitura e apagamento de códigos do sistema de freio.